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Para ajudar na superação da crise, Empreende Aí e Yunus retomam programa para empreendedoras

Programa A.M.E.I (Aceleração de Mulheres Empreendedoras de Impacto) é gratuito, 100% online e vai disponibilizar mais vagas e territórios. Poderão se inscrever empreendedoras de São Paulo, Bahia e Rio de Janeiro


A Empreende Aí, escola de negócios da periferia para a periferia, em conjunto com unidade de inovação social corporativa da Yunus Negócios Sociais, empresa ligada ao Nobel da Paz Muhammad Yunus, retomam a abertura do programa A.M.E.I (Aceleração de Mulheres Empreendedoras de Impacto), cujo foco é o apoio às mulheres empreendedoras de regiões periféricas de São Paulo, Bahia e Rio de Janeiro. Para se inscrever, basta acessar este site: https://bit.ly/amei2edicao. As inscrições estarão abertas até 1º de setembro.


Com patrocínio da Fundação Casas Bahia e do British Council, a segunda edição do programa volta com a premissa de apoiar e fortalecer pequenos e médios negócios de regiões periféricas, liderados por mulheres, mais expostos à ameaça econômica que o COVID passou a representar.


Entre as medidas recomendadas para que as respostas ao enfrentamento da crise sanitária e socioeconômica reflitam a dinâmica de gênero estão “estratégias específicas para o empoderamento e recuperação econômica das mulheres”, conforme a orientação da ONU Mulheres.


Com isso, a jornada de formação empreendedora ocorrerá via plataforma virtual entre os meses de setembro e dezembro de 2020. Ao contrário da edição anterior, que selecionou 30 empreendedoras de São Paulo, a edição deste ano abrangerá novos territórios - Rio de Janeiro e Bahia - e selecionará 50 mulheres. O programa tem por objetivo colocar a periferia como protagonista do desenvolvimento econômico e social local, além de potencializar os talentos das comunidades.


O empreendedorismo e outras formas de geração de emprego e renda para mulheres também têm um reflexo importante para sua independência econômica, contribuindo para o enfrentamento de problemas relacionados à desigualdade e violência de gênero, gerando um empoderamento e permitindo uma livre escolha de moradias, parceiros e convívio familiar.


Antes da pandemia, o Brasil estava como sétimo país com o maior número de mulheres empreendedoras. O dado é de um levantamento da Global Entrepreneurship Monitor (GEM), realizado com 49 nações. Ao todo, seriam mais de 24 milhões de brasileiras tocando negócios próprios, gerando empregos e movimentando a economia.


Já durante o período necessário para isolamento, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnadc), 7 milhões de mulheres abandonaram o mercado de trabalho na última quinzena de março, quando começou a quarentena. No trimestre inteiro, que inclui dados de janeiro e fevereiro, o número de mulheres que perderam o trabalho foi 25% maior que o de homens.


Com a retomada, o programa vai apoiar tanto a mulher que já empreende e precisa repensar o seu modelo negócio diante do novo contexto social e de mercado, quanto a mulher que precisa começar a empreender, seja por estar desempregada ou como opção de uma renda extra. O diferencial da aceleração é incentivar e ajudar que estes negócios, além de lucrativos, também tenham um desenho de impacto social para que, por meio do modelo do negócio, ele possa transformar seu entorno e comunidade.


No ano de 2019 o programa impactou 30 mulheres e Ju Dias, uma das mulheres que passou pelo apoio e aceleração e empreendedora da Bora Lá - Agência de Comunicação e Marketing, fala da importância deste tipo de iniciativa:


“O convívio com outras empreendedoras durante o processo é muito rico, por acontecer uma troca de conhecimento, serviços e entendimento que os obstáculos podem ser comuns e juntas podemos pensar possibilidades para solucionar. O processo de mentoria me proporcionou pensar a questão financeira e vendas de forma mais estratégica, assim como conhecer opções de ferramentas para melhorar a operação do meu negócio”, diz.


Programa gratuito e on-line


Assim como na edição anterior, em 2020 o programa será gratuito. Serão selecionadas 50 empreendedoras. Durante a primeira fase, acontecerão 7 módulos de encontros online que tratarão de temas relacionados a negócios, como marketing digital, vendas, gestão de fluxo de caixa, aspectos tributários e eficiência do impacto social. As participantes também contarão com plataforma de conteúdo exclusivo para aprofundamento das temáticas abordadas.


“Fomentar o empreendedorismo feminino nas periferias é sobretudo empoderar as mulheres financeiramente e quanto mais recursos elas possuem mais independentes são. Vale destacar, que as mulheres possuem maior sensibilidade e liderança para resolver problemáticas sociais, perfil este que buscamos no programa AMEI”, explicam Jennifer Rodrigues e Luis Coelho, sócios-fundadores do Empreende Aí.


A Empreende Aí aporta para o programa sua experiência em desenvolver Empreendedoras das periferias por meio de metodologias adaptadas para o contexto de seu público, também por propiciar autoconhecimento para as Empreendedoras criarem negócios mais alinhados ao que gostam e sabem fazer e por apoiar na geração de renda de novos negócios aumentando o impacto na vida e no entorno delas.


Para Glaziela Cavallaro, da Yunus, o trabalho com as mulheres periféricas é o nascimento e a base da história instituição, a partir do entendimento de que a mulher com acesso a recursos, capacitação e crédito, além de gerar um ciclo econômico saudável no seu território é também a responsável pela geração de impactos sociais secundários, tais como, melhoria na qualidade da alimentação, educação e saúde de seus filhos e/ou comunidade. “Estamos mudando nossos padrões de comportamento e relação de gêneros, mas ainda assim temos muito a trabalhar pela equidade, especialmente a econômica e o Programa A.M.E.I. vem contribuir para isso”.


Este ano, os parceiros e patrocinadores, o British Council e a Fundação Casas Bahia, também participarão ativamente da construção do programa, com metodologia e quando possível incorporarem como fornecedores, parceiros ou clientes qualificados os negócios acelerados no core business das corporações.


“Por confiar nos objetivos do projeto e querer promover a aceleração das mulheres empreendedoras da periferia, que nós da Fundação Casas Bahia estamos apoiando a A.M.E.I. pelo segundo ano consecutivo. Realmente é visível o impacto positivo do projeto não só nos negócios, mas em toda a comunidade e principalmente na vida dessas mulheres”, completa Natália Menezes, gerente de Investimento Social da Fundação Casas Bahia.


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