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MedRoom usa a realidade virtual para o auxílio no ensino de medicina

Atualizado: Set 17

Tecnologia que ganhou escala nos últimos anos, mostrou-se extremamente necessária em aulas on-line e treinamento de profissionais durante a pandemia



A MedRoom é uma premiada startup brasileira que usa a realidade virtual para auxílio no ensino de medicina. Ela possui o mais completo corpo humano em 3D do mundo, o que aprofunda ainda mais a experiência de aprendizado. Por meio dos laboratórios virtuais da MedRoom, os alunos podem explorar cada estrutura do corpo humano e isolar orgãos e sistemas para esudá-los a parte.


A empresa foi criada pelos empreendedores Vinicius Gusmão e Sandro Nhaia. Formado em computação gráfica e com experiência no desenvolvimento de jogos, Sandro trabalhou quatro anos no projeto "Homem Virtual", da Universidade de São Paulo. Após testar o óculos de realidade virtual, ele percebeu que poderia unir essa ferramenta com as imagens tridimencionais que havia desenvolvido e, assim, criar um produto mais interessante.


O primeiro protótipo do laboratório virtual foi apresentado no Started Weekend, em 2015. Durante o evento, Sandro conheceu o sócio Vinicius e, juntos, investiram R$ 50 mil para iniciar as operações da MedRoom. Em 2017, Gabriel Ridd, que fazia parte do time de Inovação do Hospital Albert Einstein e cuidava da aceleração deles, foi adicionado ao time e se tornou o COO (Chief Operating Officer) da empresa.


Atualmente a startup está presente em 16 universidades, sendo seis no México e duas no Paraguai. Até o fim de setembro, a empresa pretende impactar 20 hospitais e capacitar mais de 500 profissionais.



Adaptações


A pandemia do Coronavírus acelerou a transformação digital em diversos setores, inclusive na educação. De olho na nova necessidade, a MedRoom, adaptou seus serviços para facilitar o ensino à distância em cursos na área da saúde.


O software e os óculos de realidade virtual eram disponibilizados durante as aulas nos laboratórios de informática nas universidades, pois originalmente o modelo de negócio da empresa era associado às aulas presenciais. Com o EaD, houve uma inversão. Os professores passaram a utilizar os aparelhos em casa para transmitir a imersão ao vivo aos alunos.

Gabriel Ridd, COO da MedRoom. (Divulgação)

Conforme explica Gabriel Ridd, COO da MedRoom, a ideia inicial de adaptar a tecnologia para o ensino remoto partiu dos próprios professores e assim foi feito. Para garantir que todos os alunos tivessem acesso ao conteúdo, até mesmo aqueles que não possuem computador, a equipe passou a disponibilizar a tecnologia por meio do aplicativo móvel com toda a ferramenta 3D dentro do próprio celular.


“Hoje as faculdades de medicina têm uma grande dificuldade em conseguir cadáveres. Então, quando você traz isso para a realidade virtual, você consegue ver cada parte do corpo em seu devido lugar, consegue ver a coloração exata de uma veia. O principal plano para o futuro é seguir ampliando a plataforma com esse formato híbrido de ensino, com soluções presenciais (realidade virtual) e remotas (aplicativo de celular)”, explicou.


Outro frente de atuação anunciada recentemente pela empresa foi a ampliação do serviço para o setor de healthcare e treinamento de profissionais em hospitais, clínicas e para os segmentos de equipamentos médicos e farmacêutico, que buscam engajar profissionais de saúde e equipes.


“Quando aplicamos a realidade virtual em indústrias da saúde (hospitais, medical devices, etc) ainda é com o escopo educacional, é o caso do projeto com o InCor, em que o objetivo é capacitar os profissionais médicos que atendem pacientes com Covid 19 que estão em UTIs. Esses projetos surgem por uma necessidade do mercado, pois como nos tira um pouco do foco, nós não buscamos esses projetos, mas nos são solicitados”, comenta Ridd.



Produtos


Além dos já citados laboratório de realidade virtual disponibilizado para universidades e o aplicativo móvel para que o aluno tenha toda a ferramenta 3D dentro do próprio celular, a MedRoom possibilita que o professor tenha acesso a uma plataforma de gestão e criação de aulas para selecionar o conteúdo que será aplicado. A startup também atua com customização. Eles criam aulas temáticas, casos clínicos e treinamentos corporativos.


A empresa foi uma das seis healthtechs selecionadas para o programa Impact Tank, que contou com mentorias do Itaú BBA e da unidade de Inovação Corporativa da Yunus Negócios Sociais.


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