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DCI: Yunus Negócios Sociais começa a acelerar projetos de corporações

Braço brasileiro da instituição criada pelo Nobel da Paz espera fomentar projetos de impacto social para empresas brasileiras ou joint-ventures no modelo Grameen-Danone. Por Elaine Coutrim, Jornal DCI.



SÃO PAULO - A aceleradora de negócios de impacto social Yunus Negócios Sociais Brasil, braço local da instituição criada pelo economista e Nobel da Paz Muhammad Yunus, está ampliando seu ramo de atuação no País. Além de apoiar empresas nascentes, como já fazia desde que chegou aqui, em 2013, a organização traz agora o programa de aceleração Yunus Corporation Tank, voltado para corporações. 


A ideia é fomentar a criação de projetos sociais para grandes empresas brasileiras ou joint-ventures no modelo Grameen-Danone. Essa parceria entre a gigante francesa de alimentos Danone e o Grameen Bank, instituição de microcrédito criada por Yunus, foi formalizada em 2006 para combater a desnutrição infantil em Bangladesh.


As companhias interessadas em participar do novo programa da Yunus Brasil podem se inscrever pelo site da aceleradora até 22 de janeiro de 2016. Serão selecionadas oito empresas para participar do ciclo de 12 meses de aceleração. A escolha será baseada em dois critérios: potencial de impacto social da ideia e perfil empreendedor dos representantes das corporações participantes - poderão ser indicadas até duas pessoas. O valor do investimento é de R$ 54 mil para cada projeto.


O programa terá início em março de 2016. Os primeiros três meses do cronograma serão voltados para capacitação, criação de ideias, prototipagem e modelagem do negócio. Os nove meses restantes terão horários e encontros mais flexíveis, customizados por empresa, para apoio na construção dos planos de viabilidade e de implementação do produto ou serviço.


Rogério Oliveira, co-fundador da Yunus Brasil, explica que o objetivo da organização com o programa é despertar o potencial de inovação em determinados setores das grandes empresas - algo que muitas delas já têm, mas que de alguma forma está subaproveitado, adormecido.


"Acreditamos em despertar este potencial conectando as empresas com o mundo real, de pessoas e problemas reais, que acontecem todos os dias do lado de fora dos nossos escritórios", diz.


Apesar de o atual cenário econômico se mostrar desafiador para a maioria dos setores da economia, Oliveira acredita que os negócios sociais podem criar produtos e serviços que "são absolutamente essenciais e mais resistentes durante retrações como a que estamos vivendo, pois tais negócios resolvem problemas reais e não supérfluos".


O executivo também crê que o programa desembarca no Brasil em um momento em que há uma forte inclinação para as organizações se aproximarem do universo do empreendedorismo em geral e do empreendedorismo social. Para ele, é uma forma de as corporações se oxigenarem, de terem mais agilidade em seus processos de inovação, ao vivenciar um clima e uma cultura que existem em torno das startups. "A tendência é que as grandes empresas passem a incorporar em seus negócios tradicionais muitas dessas inovações com impacto social, pouco a pouco tornando seus negócios principais cada vez mais relevantes socialmente", afirma.


Para Oliveira, os CEOs mais antenados com essa predisposição terão uma clara vantagem competitiva no curto prazo. Para os menos sintonizados, o que era uma tendência no longo prazo se tornará uma obrigação e questão de sobrevivência, pois as novas gerações e, portanto, os novos consumidores passarão a exigir e apoiar organizações que tenham incorporado as necessidades das pessoas dentro de suas práticas, serviços e produtos.


A Yunus Brasil atua no País desde 2013 acelerando startups e incubando projetos no Rio de Janeiro e na cidade de São Paulo. Em setembro de 2015, criou a Rede Nacional Yunus, para atingir 26 estados. O foco é tornar a entidade "uma organização cada vez mais distribuída e horizontal, além de auxiliar no surgimento de maior quantidade e volume de novas soluções e negócios", sempre com foco no impacto social.

Agora, com o lançamento da Yunus Corporate Action Tank, a aceleradora busca complementar a estratégia de ampliar seu impacto por um viés que ajuda a criar poucos negócios, mas de alto impacto social. 


https://www.dci.com.br/economia/yunus-negocios-sociais-comeca-a-acelerar-projetos-de-corporac-es-1.327287/3.54799

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